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quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Auto-Hemoterapia Conversa com Dr Luiz Moura
A ciência cresce a cada momento, e quando ela é pesquisada torna-se uma fonte do saber. Mas as grandes empresas não desejam que seja combatida as enfermidades por meios fáceis de se curá-las ou combate-las na origem do seu nascedouro!
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quarta-feira, 7 de setembro de 2016
O abacate é uma fruta bastante benéfica para a nossa saúde.
Boa parte das pessoas certamente sabe disso.
O que muito pouca gente sabe é que o caroço (ou a semente) de abacate é um tesouro medicinal.
E somente o desconhecimento justifica o fato de que se coma o abacate e não se aproveite o caroço.
Então você deve estar perguntando: “Mas como eu vou usar o caroço?”
Existem várias maneiras e uma delas vamos ensinar adiante.
Mas antes vamos mostrar um pouco dos poderes do caroço de abacate.
O caroço de abacate é um potente antifúngico e antibiótico natural.
Ele combate fungos, como a cândida, além de nos proteger dos efeitos da picada do mosquito que transmite a febre amarela.
As propriedades anti-inflamatórias do caroço de abacate ajudam os que sofrem com doenças que atingem as articulações, como artrite e tendinite.
Ele também aumenta as defesas do corpo, ou seja, fortalece o sistema imunológico.
E alivia diarreias e inflamações no aparelho digestivo, prevenindo a formação de úlceras gástricas.
Por possuir atividade termogênica, o caroço de abacate ajuda a eliminar gordura localizada.
Os índios confiam muito no poder curativo do caroço e o utilizam para tratar desde diarreias, cálculos renais, dores musculares, furúnculos, transtornos nos rins e fígado até males mais sérios, como catarata, epilepsia e problemas na tireoide.
Em um estudo publicado na revista Pharmaceutical Biology, os pesquisadores da Universidade de Antioquia, em Medellín, Colômbia, mostraram que o extrato do caroço de abacate levou células de leucemia a se autodestruir.
Em outro estudo, publicado na revista científica Câncer Research, os pesquisadores descobriram que um composto encontrado no extrato de semente de abacate chamado de vocation B foi eficaz contra células de leucemia mieloide aguda.
E, segundo trabalho publicado na revista Plant Foods for Human Nutrition, a farinha do caroço de abacate revelou-se capaz de reduzir o mau colesterol e o colesterol total em ratos.
Os pesquisadores acreditam que a semente de abacate pode oferecer proteção contra a formação de placa arterial.
E isso se deve à fibra dietética encontrada no caroço do abacate, que também pode ajudar a combater a hipertensão e o diabetes.
Mas finalmente como usar o caroço de abacate?
Como dissemos, há várias formas.
Duas delas são o extrato e a farinha do caroço de abacate.
Anote as receitas:
EXTRATO
INGREDIENTES
4 colheres (sopa) do caroço de abacate ralado
Meio litro de vinho branco
MODO DE PREPARO
Coloque quatro colheres (sopa) de caroço de abacate dentro de meio litro de vinho branco.
Deixe descansar por sete dias.
Tome dois cálices diariamente, à tarde e à noite.
Mas não exceda a dose, pois pode provocar irritação gástrica.
FARINHA
INGREDIENTES
1 caroço de abacate
MODO DE PREPARO
Rale o caroço e coloque-o no sol, coberto por um tecido como voal, para secar.
Depois, bata no liquidificador e passe numa peneira bem fina.
Boa parte das pessoas certamente sabe disso.
O que muito pouca gente sabe é que o caroço (ou a semente) de abacate é um tesouro medicinal.
E somente o desconhecimento justifica o fato de que se coma o abacate e não se aproveite o caroço.
Então você deve estar perguntando: “Mas como eu vou usar o caroço?”
Existem várias maneiras e uma delas vamos ensinar adiante.
Mas antes vamos mostrar um pouco dos poderes do caroço de abacate.
O caroço de abacate é um potente antifúngico e antibiótico natural.
Ele combate fungos, como a cândida, além de nos proteger dos efeitos da picada do mosquito que transmite a febre amarela.
As propriedades anti-inflamatórias do caroço de abacate ajudam os que sofrem com doenças que atingem as articulações, como artrite e tendinite.
Ele também aumenta as defesas do corpo, ou seja, fortalece o sistema imunológico.
E alivia diarreias e inflamações no aparelho digestivo, prevenindo a formação de úlceras gástricas.
Por possuir atividade termogênica, o caroço de abacate ajuda a eliminar gordura localizada.
Os índios confiam muito no poder curativo do caroço e o utilizam para tratar desde diarreias, cálculos renais, dores musculares, furúnculos, transtornos nos rins e fígado até males mais sérios, como catarata, epilepsia e problemas na tireoide.
Em um estudo publicado na revista Pharmaceutical Biology, os pesquisadores da Universidade de Antioquia, em Medellín, Colômbia, mostraram que o extrato do caroço de abacate levou células de leucemia a se autodestruir.
Em outro estudo, publicado na revista científica Câncer Research, os pesquisadores descobriram que um composto encontrado no extrato de semente de abacate chamado de vocation B foi eficaz contra células de leucemia mieloide aguda.
E, segundo trabalho publicado na revista Plant Foods for Human Nutrition, a farinha do caroço de abacate revelou-se capaz de reduzir o mau colesterol e o colesterol total em ratos.
Os pesquisadores acreditam que a semente de abacate pode oferecer proteção contra a formação de placa arterial.
E isso se deve à fibra dietética encontrada no caroço do abacate, que também pode ajudar a combater a hipertensão e o diabetes.
Mas finalmente como usar o caroço de abacate?
Como dissemos, há várias formas.
Duas delas são o extrato e a farinha do caroço de abacate.
Anote as receitas:
EXTRATO
INGREDIENTES
4 colheres (sopa) do caroço de abacate ralado
Meio litro de vinho branco
MODO DE PREPARO
Coloque quatro colheres (sopa) de caroço de abacate dentro de meio litro de vinho branco.
Deixe descansar por sete dias.
Tome dois cálices diariamente, à tarde e à noite.
Mas não exceda a dose, pois pode provocar irritação gástrica.
FARINHA
INGREDIENTES
1 caroço de abacate
MODO DE PREPARO
Rale o caroço e coloque-o no sol, coberto por um tecido como voal, para secar.
Depois, bata no liquidificador e passe numa peneira bem fina.
Conserve num pote bem fechado, na geladeira, e tome 1 colher (sopa) nas refeições.
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.
fonte:http://www.curapelanatureza.com.br/post/04/2016/depois-de-saber-disto-voce-nunca-mais-vai-jogar-o-caroco-
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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Conheça 10 alimentos que parecem saudáveis, mas não são
Conheça 10 alimentos que parecem saudáveis, mas não são
Barrinha de cereais, leite de soja e peito de peru são apenas algumas opções que você compra pensando na saúde. Apesar da cara de nutritivos, cuidado: é preciso consumi-los com moderação, principalmente as crianças. Confira abaixo 10 alimentos que parecem ser saudáveis, mas na realidade não são.
1 – Barrinha de cereais
“Também fique de olho porque a lecitina de soja, substância usada para dar liga no alimento, pode causar alergia nas crianças”, alerta a nutricionista Elaine Pádua, autora do livro O Que Tem no Prato do Seu Filho? – Um Guia Prático de Nutrição Para os Pais (Ed. Alles Trade). Você pode fazer uma barrinha mais natural em casa ou substituí-la pela bananada (doce de banana em massa) sem açúcar, que também tem fibra e mais vitaminas. Nesse caso, a banana não é desidratada, como na barrinha, mantendo seus nutrientes.
2 – Suco de caixinha
3 – Peito de peru
Apesar de ser visto como uma alternativa melhor do que o presunto, os dois têm a mesma quantidade de sódio e gordura porque são uma mistura de carne e pele (eca!) do animal. Para conservar o produto, as indústrias usam nitritos e nitratos, substâncias químicas que, segundo algumas pesquisas, podem causar câncer se consumidas por muito tempo. Por isso, libere esses alimentos embutidos ou processados (e, nessa categoria, entra também a salsicha e a mortadela) apenas uma vez por semana, de preferência a versão sem capa de gordura.
4 – Sobremesa láctea
5 – Leite de soja
A soja é classificada como um alimento saudável, mas nem sempre é uma boa ideia oferecê-la para as crianças. Isso porque pode ser tão alergênica quanto a lactose, presente no leite de vaca. “A soja é uma proteína de difícil digestão, por isso, pode causar alergias alimentares em crianças menores de dois anos, que têm um sistema digestivo imaturo”, afirma a nutricionista Santhi Karavias, do projeto Lancheira Saudável, em São Paulo. Alguns especialistas até questionam o nome “leite”, já que ele não oferece os mesmos nutrientes, como os aminoácidos e o cálcio. Se o seu filho tem intolerância à lactose, você já encontra bebidas com adição de cálcio. Também vale substituir por leite de arroz, amêndoa e de cabra.
6 – Bisnaguinha
7 – Frozen yogurt
Eles parecem saudáveis por conta do iogurte, que tem pouca gordura e é fonte de cálcio. Realmente são uma boa opção, mas só se a marca de frozen usar iogurte de verdade em sua formulação. “Esse ingrediente é bom porque é natural e não tem aromatizante”, explica Santhi Karavias, do projeto Lancheira Saudável (SP). Em 2011, o Proteste analisou oito lojas e constatou que apenas uma usava mesmo a bebida láctea, enquanto as outras misturavam sorvete comum ou à base de iogurte. “Esses últimos têm gordura saturada e trans, que aumentam o colesterol ruim e ainda diminuem o bom”, completa Santhi. Para se proteger dos “falsos”, analise o rótulo (quando tiver) e pergunte a porcentagem de gordura (quanto mais próxima de zero, melhor). Ah, e controle as coberturas escolhidas pelo seu filho, que costumam ser uma bomba calórica.
8 – Cereal matinal
Já reparou no que sobra no saquinho quando acaba o cereal do seu filho? Açúcar puro. Pode ser uma boa fonte de energia, já que cada grão do cereal é um grão de milho, mas só. “É possível conseguir a mesma quantidade de carboidratos em outros alimentos, como pão integral e mingau”, explica a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, que presta assessoria nutricional, em São Paulo. Há, no entanto, opções sem açúcar (em geral, destinadas aos adultos). Você pode adicionar uma fruta, como banana ou morango, para deixar a mistura mais docinha. Depois que seu filho tiver um ano, também dá para usar mel. Se quiser usar açúcar mesmo, prefira o cristal (uma colher de chá basta), que é menos processado do que o refinado.
9 – Empanados de frango
10 – Produtos light e diet
Se você tinha a impressão de que poderia consumi-los sem restrições, esqueça! Para crianças, os diet e os light são indicados apenas em casos de doenças como obesidade e diabetes. Achar que eles podem ser servidos à vontade, já que têm menos açúcar e gordura, é um erro. “Isso porque o fabricante adiciona sódio para manter o sabor. Então, melhor ingerir uma quantidade menor da versão tradicional do que o dobro da light”, orienta Virginia Weffort, nutróloga do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). E a criança precisa de energia para crescer, então não é indicado tirar totalmente o açúcar da dieta – lembrando que ele é encontrado em vários alimentos, como frutas e massas.
Alimentos saudáveis
Legumes congelados: são práticos e têm boa conservação de nutrientes e fibras. O congelamento faz com que percam apenas um pouco de vitamina C.
Pipoca: é rica em fibras e substâncias antioxidantes, que podem prevenir até câncer. Mas preste atenção no preparo: de micro-ondas não vale. Faça na panela com um fio de óleo vegetal. E não exagere no sal!
Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: Revista Crescer
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Curiosidades Sobre Antibióticos
Curiosidades Sobre Antibióticos
Em 1928, após inoculação de suas placas de ágar, Alexander Fleming tirou duas semanas de férias. Sabendo que não poderia examinar suas placas durante esse período, incubou-as em temperatura ambiente, em vez de 37°, para diminuir o ritmo de crescimento bacteriano. Ele não imaginava, mas suas férias iriam mudar o curso da humanidade. Penicillium cresce apenas em temperatura ambiente, mas não a 37°. No ano seguinte, Fleming comunicaria sua descoberta sobre a penicilina no British Journal of Experimental Pathology. O pesquisador não patenteou sua descoberta, pois assim seria mais fácil a difusão deste produto para uso terapêutico.
Fleming foi membro do Chelsea Arts Club, um clube privado, fundado por sugestão do pintor James McNeil Whistler. Especula-se que Alexander foi admitido após realizar "pinturas com microorganismos". As pinceladas, que inicialmente eram invisíveis, adquiriam cores intensas e vivas após incubação e crescimento das bactérias.
• Serratia marcescens – cor vermelha
• Chromobacterium violaceum – cor púrpura
• Micrococcus luteus – cor amarela
• Micrococcus varians - branca
• Micrococcus roseus – cor rosa
• Bacillus sp. – alaranjada
• Chromobacterium violaceum – cor púrpura
• Micrococcus luteus – cor amarela
• Micrococcus varians - branca
• Micrococcus roseus – cor rosa
• Bacillus sp. – alaranjada
Serratia marcescens
Chromobacterium violaceum
Micrococcus luteus
Micrococcus varians
Micrococcus roseus
Bacillus sp
CEFALOSPORINAS
Na década de 1940, as cefalosporinas foram descobertas pelo cientista italiano Giuseppe Brotzu. Ele notou que a água do mar na vizinhança de uma saída de esgoto em Gagliari ficara periodicamente mais clara, um fênomeno que ele suspeitou ser devido à produção de algum composto bactericida presente na água. Mais tarde ele identificaria o fungo Cephalosporium acremonium e demonstrou que este de fato produzia uma substância que inibia o crescimento bacteriano.
VANCOMICINA
O descobrimento da vancomicina ocorreu quando um missionário de Borneo enviou uma amostra de solo a um amigo que era químico na Eli Lilly Company. Entretanto esta não era uma simples amostra, já que o solo abrigava uma bactéria que produzia um composto com potente atividade bactericida contra bactérias gram positivas. Mais tarde, tal composto seria purificado e chamado de vancomicina, nome derivado da palavra vanquish (conquistar).
RIFAMICINAS
O nome "rifamicina" foi derivado do filme francês Rififi (1955), popular na época que esses agentes foram descobertos.
LINCOSAMIDAS
Tal classe recebeu seu nome do local onde a bactéria que produzia a lincomicina foi isolada: Lincoln, Nebraska.
REFERÊNCIAS
HAUSER, Alan R. Antibióticos na Prática Clínica. Porto Alegre: Artmed, 2009.
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